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Assistente de IA, rececionista ou serviço de atendimento externo?

Não há uma resposta certa para todas as clínicas. Esta página compara o que cada opção faz bem.

O que precisa de ser feito quando o telefone toca?

É para quem gere uma clínica privada e está a pensar contratar uma rececionista ou pagar a um serviço de atendimento externo, e ainda não sabe que existe uma terceira opção.

A assistente ainda não está disponível para atender pacientes reais. Esta página compara o que cada opção faz, não resultados medidos.

As três opções lado a lado

O que cada opção faz quando o telefone da clínica toca
CritérioRececionista da clínicaServiço de atendimento externoAssistente de IA
Quem atendeUma pessoa da sua equipa.Uma pessoa de outra empresa.Uma inteligência artificial, que o diz no início da chamada.
Quando atendeNo horário do contrato, enquanto está no posto.No horário do serviço contratado.Quando a linha da clínica é encaminhada para ela.
O que sabe da clínicaTudo o que a equipa sabe, mesmo o que nunca ficou escrito.O que a clínica lhe tiver explicado.O que a clínica escreveu e verificou.
O que não pode fazerEstar em dois sítios ao mesmo tempo: quem atende ao balcão deixa o telefone a tocar.Depende do contrato. Confirme se marca na agenda da clínica ou só toma nota.Dar conselhos de saúde, fazer diagnósticos, passar a chamada a uma pessoa ou responder ao que a clínica não escreveu.
O que a equipa recebe depoisO que a pessoa contar ou anotar.Depende do serviço. Pergunte em que formato chega e quando.O registo da chamada e, quando falta uma resposta, um recado para a equipa.
O que muda se alguém faltarA clínica fica sem quem atenda, a não ser que haja quem a substitua.A substituição é da empresa, dentro do que foi contratado.Não depende de uma pessoa da equipa estar presente.

Onde a rececionista é melhor

A assistente não substitui a conversa ao balcão. Estes são os casos em que uma pessoa da equipa serve melhor a clínica.

  • Um paciente à sua frente. Quem está no balcão vê a pessoa, percebe o que ela precisa e resolve na hora.
  • Quem liga preocupado e precisa de falar com uma pessoa. A assistente não passa a chamada a ninguém e não dá conselhos de saúde.
  • Um pedido fora do habitual. Uma pessoa decide por julgamento próprio; a assistente só responde com o que a clínica escreveu e, no resto, deixa um recado.
  • O que se sabe pelo dia a dia e nunca foi escrito: o paciente que prefere um médico, a exceção que o diretor clínico aceita.

Onde um serviço de atendimento externo é melhor

Para algumas clínicas, pagar a uma empresa é a melhor escolha.

  • Uma voz humana ao telefone, sem que a clínica tenha de contratar nem de gerir uma pessoa.
  • Nenhum software para preparar. A clínica combina o serviço e as chamadas passam a ser atendidas por outra empresa.

Onde a assistente encaixa e onde não encaixa

  • Diz que é uma inteligência artificial no início da chamada.
  • Responde com a informação escrita pela clínica e faz marcações na agenda da clínica quando esta está ligada.
  • Não faz diagnósticos nem dá conselhos de saúde. Indica o 112 para emergências e o SNS 24 para aconselhamento de saúde.
  • O que não souber responder fica registado como recado para a equipa.

Como decidir

Três perguntas que a clínica responde com o seu próprio registo de chamadas perdidas, sem números nossos.

  • Quando é que o telefone fica por atender: ao balcão cheio, à hora de almoço, fora do horário, quando alguém falta?
  • O que pedem as pessoas que ligam: informação que já está escrita, marcações ou conversas que só uma pessoa resolve?
  • O que custa hoje cobrir essas horas. Quanto custa uma rececionista depende do contrato e da clínica. Calcule com os seus valores.
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